http://icanhascheezburger.com/4 de fevereiro de 2009
23 de janeiro de 2009
21 de janeiro de 2009
Mó viagem...
19 de janeiro de 2009
16 de janeiro de 2009
Zabumba ama... letra R
Ai, tá quase acabando.Rede porque Zabumba é a rainha da preguiça.
Rebecca Dautremer é minha ilustradora favoritíssissima, ela que ilustrou o livro das Princesas que eu coloquei as frases aqui outro dia. Descobri em Paris (Zabumba é fina demais, né não, gente?) e voltei com dois livros dela na mala! Foi pouco. Ainda volto pra comprar mais. Até porque qualquer desculpa esfarrapada (e muitos euros pra gastar) vale pra voltar em Paris.
Rabanada é meu maior pecado natalino, mas pelo menos só como nessa época. Senão Zabumba ia postar no blog de um spa o ano todo.
Será que dessa vez eu também esqueci alguma coisa muito importante como o queijo no Q? Qualquer coisa no final de tudo a gente faz um recall.
14 de janeiro de 2009
Zabumba ama... letra Q
13 de janeiro de 2009
frases...
Dormir é contar a nós mesmos histórias que ainda não conhecemos.
Cantar é colorir as palavras.
Amuar-se é empurrar uma parede que não sairá do lugar.
Não sorrir é como esquecer de molhar as plantas.
O ladrão é um mágico que ninguém aplaude.
do livro Princesas esquecidas ou desconhecidas de Philippe Lechermeier.
Cantar é colorir as palavras.
Amuar-se é empurrar uma parede que não sairá do lugar.
Não sorrir é como esquecer de molhar as plantas.
O ladrão é um mágico que ninguém aplaude.
do livro Princesas esquecidas ou desconhecidas de Philippe Lechermeier.
7 de janeiro de 2009
Busy Bee 2
Zabumba anda trabalhando bastante... Aí vão micro amostras, porque mais que isso num pode!It is pointless to be any less than all you can be(e)... :)
6 de janeiro de 2009
Top 5 - Livros que Zabumba leu e amou em 2008
Tia Julia e o escrevinhador de Mário Vargas Llosa, 1977.História de Varguitas, um jovem peruano com ambições literárias que se apaixona por uma tia com quase o dobro da sua idade. Em paralelo a esse romance proibido conhecemos outros personagens que giram em torno do mundo das radionovelas na Lima dos anos 50.
Depois de ter de-tes-ta-do eu Travessuras da Menina Má eu quase desisti desse cara, mas resolvi dar uma segunda chance. Ainda bem! Amei esse livro! Foi o melhor de 2008! Agora já tem mais um dele na fila pra desempatar.
As Vinhas da Ira (The Grapes of Wrath) de John Steinbeck, 1939.
Relata a história dos Joads, uma família pobre do estado de Oklahoma que, durante a Depressão de 29, se vê obrigada a abandonar suas terras, perdidas por dívidas bancárias, e rumar em direção à Califórnia.
Por essa obra, Steinbeck recebeu o Prêmio Nobel de Literatura no ano de 1962.
O cara escreve bem demais da conta! É quase poético. É um livro bem grande (Zabumba só gosta de livro com pelo menos 200 páginas!), mas valeu cada minuto. Agora tem que esperar o dólar baixar pra poder comprar mais livros dele na Amazon. E vou ver o filme que fizeram, lá em 1940, que Mr. Black falou que também é bom.
Mr Vertigo de Paul Auster, 1994.
Conta a história do menino Walter Rawley que é resgatado das ruas de Saint Louis pelo estranho e misterioso Mestre Yehudi que promete lhe ensinar a voar.
A única coisa que eu digo é que esse é meu escritor favorito nesse mundo! Isso num chega a ser novidade pra ninguém, mas depois de ter lido praticamente TODOS os livros dele, Zabumba agarante, esse é o melhor!
The Post-Birthday World de Lionel Shriver, 2007.
Irina McGovern é uma ilustradora de livros infantis que tem um casamento feliz-mas-meio-monótono com Lawrence. Na ausência do marido ela aceita jantar com um amigo do casal para celebrar o aniversário deste. Depois de muitos drinks e muito papo começa a “rolar um clima”. O livro se desenvolve explorando paralelamente as duas possíveis vidas que Irina poderia ter levado a partir da decisão de resistir ou não ao impulso de ser infiel.
O livro é mega grande, mas eu amei de paixão e fiquei fãzoca da Lionel. No Brasil ela só tem um livro traduzido: Precisamos falar sobre o Kevin que Zabumba ganhou de Natal e está doidinha pra ler.
How the Garcia Girls lost their accents de Julia Alvarez, 2005.
A história da família Garcia, que foge da República Dominicana para se exilar nos Estados Unidos. A narrativa é feita do ponto de vista alternado das 4 filhas do casal e com a cronologia invertida: dos efeitos de uma vida num país com a identidade diversa das meninas até os dias anteriores a fuga. É muito interessante a maneira que ela escolheu contar a história e muito bem escrito!
Mais 5 que também merecem destaque e completam o top 10:
Timbuktu, Paul Auster
The Water Method Man, John Irving
Eu sou o mensageiro, Marcus Zusak
The Secret life of bees, Sue Monk Kidd
Persépolis, Marjane Satrapi
Zabumba ama... letra P

Depois do P começam as letras mais difíceis... Tem letra que ainda não tem nada, outras que só tem um... Talvez a série passe por uma operação tartaruga ou fique pelo caminho (como muitas coisas que Zabumba começa). Mas claro que Zabumba arruma outras coisas pra diversão da massa. ;P
Outra coisa... Zabumba anda com problemas internéticos. Se eu sumir uns dias, não reparem, mas depois de um ano eu não vindo, ponham a roupa de domingo e podem me esquecer. Hehehe. Citações autistas a parte... Zabumba volta, ela sempre volta. Té +.
3 de janeiro de 2009
28 de dezembro de 2008
26 de dezembro de 2008
23 de dezembro de 2008
Zabumba deseja...
22 de dezembro de 2008
21 de dezembro de 2008
19 de dezembro de 2008
17 de dezembro de 2008
Zabumba ama... letra J
15 de dezembro de 2008
13 de dezembro de 2008
Leituras de Zabumba

Zabumba anda lendo As vinhas da Ira de John Steinbeck. O livro é sobre a época da Depressão e a migração para o oeste nos Estados Unidos.
Ao mesmo tempo que ele conta sobre uma família que, expulsa da sua terra, resolve ir para a Califórnia, a história é entremeada com capítulos com narrativas que contextualizam os acontecimentos de uma forma mais genérica. É muito interessante.
Eu gostei muito dessa passagem que copiei aí em baixo. Pra quem tiver paciência...
One man, one family driven from the land; this rusty car creaking along the highway to the west. I lost my land, a single tractor took my land. I am alone and I am bewildered. An din the night one family camps in a ditch and another family pulls in and the tens come out. The two men squat on theirs hams and the women and children listen. Here is the node, you who hate change and fear revolution. Keep these two squatting men apart; make them hate, fear, suspect each other. Here is the alange of the thing you fear. This is the zygote. For here "I lost my land" is changed; a cell is split and from its splitting grows the thing you hate – "We lost our land". The danger is here, for two men are not as lonely and perplexed as one. And from this first "we" there grows a still more dangerous thing: "I have a little food" plus "I have none." If from this problem the sum is "We have a little food," the thing is on its way, the movement has direction. Only a little multiplication now, and this land, this tractor are ours. The two men squatting in a ditch, the little fire, the side-meat stewing in a single pot, the silent, stone-eyed women; behind, the children listening with their souls to words theirs minds do not understand. The night draws down. The baby has a cold. Here, take this blanket. It's wool. It was my mother's blanket – take it for the baby. This is the thing to bomb. This is the beginning – from "I"' to "we".
If you who own the things people must have could understand this, you night preserve yourself. If you could separate causes from results, if you could know that Paine, Marx, Jefferson, Lenin were results, not causes, you might survive. But that you cannot know. For the quality of owning freezes you forever into "I", and cuts you off forever from the "we".
Ainda tem saco para aprender mais? http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Depressão
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